
Como meu blog tem o nome 'disposição', vou começar a fazer posts relacionados àqueles que tiveram disposição na vida para alguma mudança histórica. Fui chamada dia desses para fazer uma coluna falando do 'universo feminino', e lembrei como tenho deixado meu blog parado. Então vou passar a usar isso aqui para treinar os textos da minha coluna, fazendo um gancho com o tema que abordarei la.
Para começar, vou dar meu 'viva' as guerreiras feministas que lutaram para que hoje, nós, mulheres, tivéssemos (pelo menos) o direito de votar. Por terem lutado contra a violência doméstica, estupro e assédio sexual. E, se hoje podemos 'brincar' a vontade sem risco de gravidez, foram elas que lutaram por nossos direito reprodutivos também, passando a existir o uso dos anticoncepcionais. Palmas!
Mas não vamos negar que ter uma vida de madame não seria nada mal, não é? Só andar de motorista, só o marido trabalhar, ô! Que sonho! Lutamos tanto que hoje trabalhamos, muitas vezes, mais que o homens, e ainda ganhamos menos. Acho que saímos na desvantagem, até porque além do trabalho, temos que ser ótimas donas de casa e mãe de família; enquanto o marido toma o posto de levar o dinheiro para casa e tudo bem. Já pensou se chegássemos em casa tirássemos nossos sapatos, ligasse o telejornal e caíssemos na cama? Seria ótimo! Mas quem faz isso são eles. Nós chegamos, preparamos jantar, e até o café da manhã do dia seguinte, revisamos as tarefas escolares, e tantas outras coisas que somente o posto de mulher exige. Folga boa essa, einh?
O que impressiona é que depois de tudo isso, muitas vezes na TPM, vêm os engraçadinhos no trânsito e manda a gente arrumar lavado de roupa, como se tivéssemos poucas tarefas na vida. Em alguma coisa tínhamos que falhar, não é? Não generalizando, claro. Até porque conheço diversas mulheres que dirigem muito melhor que os homens. Já percebram que quando se trata de trânsito eles se tornam os donos da lei? Ultrapassam onde não pode, passa em sinal vermelho, pega aquela contra-mão. Nós apenas somos mais cuidadosas. Se alguma coisa acontecer com a gente, são eles quem ficam na mão. Então deviam ser agradecidos, e não raivosinhos...
O bom é que hoje temos mulheres na política, mulheres no poder judiciário, mulheres empresárias, mulheres frentistas e mulheres mecânicas. Não somos mais aquelas recatadas e cheias de pudor de antigamente, nem aquelas dominadas pelas vontades dos maridos (me dá nojo quando penso). Assumimos nossas vontades, crescemos, tentamos e podemos!
O melhor: com direito de escolher. Liberdade!

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