A menina sempre soube que uma vez que amasse com todo o coração, sua alma seria compartilhada. Seria parte dela, o menino, e por ele, para o sorriso de ambos, daria até uma mão sua. Parecia exagerada a colocação dela: quem ja viu, ficar cotó por um menino?
Mas tudo se tornava evidente quando (sempre) a menina voltava com aquele sentimento grande de que o falatório de nada adiantou. O tanto dobro que ela faria por ele, ele não faria um por cento por ela. Como partia seu coração saber disso! Parecia que todo amor, se fosse alí deixado, seria tudo bem, como se nunca tivesse vindo antes. Era triste...
Como o menino podia deixar a menina para trás diante de algo tão superficial. O amor é mais, a menina entendia, mas o menino entendia mais sobre liberdade. Era triste essa realidade para ela, que amaria dando até uma mão.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
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