
Chegamos e sentamos: eu, um tanto quanto envergonhada, fiquei parada ali observando o que acontecia. Estavam todos iguais e um único diferente. Eu podia ver através daquele copo alguma coisa inexplicável que acontecia comigo. Ele cantava aquela música que de todos, pensei que só eu soubesse naquele lugar. Isso tomou conta do meu pensamento, eu precisava tirar 2 minutos de prosa com aquele que, comigo, combinava o All Star. Ele se dizia observador, como eu. Outras músicas nos reencontramos, era sintonizado, ligado e livre. Até que um dia chegou um alguém preto e com capa escura, parecia mais coisa ruim. Aquilo de antes continuava, mas agora era manifestado de formigas, podendo nos considerar doces. Conseguiram, de certa forma, atacar os doces. Se estragaram e nada mais acontecia, se não coisas de capas pretas.

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